Proctologia

As doenças orificiais ou doenças que acometem o ânus, atingem um grande numero de pessoas e podem surgir em qualquer fase da vida.

Entre as mais comuns, encontram-se : Hemorróida, Fissura, Fístula, Abscessos, Condiloma anal ou HPV.

No CEDIG contamos com profissionais especializados no tratamento destas doenças, tecnologia de ponta, oferecendo a nossos clientes todas as opções disponíveis para o tratamento.

Hemorroidectomia

A retirada do tecido hemorroidário é indicada nos pacientes sintomáticos e que não tenham respondido a tratamento clínico, principalmente. O procedimento é realizado em centro cirúrgico, sob anestesia raquidiana ou geral e sua recuperação depende basicamente de dois fatores: condições do paciente e técnica utilizada. Em geral, o tempo de recuperação varia entre 2-4 semanas de repouso relativo, sem esforços físicos e necessita cuidados pós operatórios com a ferida e com a alimentação, para que a recuperação ocorra de forma esperada. O bom funcionamento intestinal, com dieta rica em fibras e líquidos, banhos de assento, pomadas e não uso do papel higiênico são alguns dos cuidados essenciais.

Cirurgia de hemorroidas

Nos pacientes que têm apenas sangramento ou prolapso que volta para o ânus espontaneamente, temos opções menos invasivas como ligadura elástica, que pode ser realizada ambulatorialmente), escleroterapia ou fotocoagulação infravermelha. Tipicamente, a ligadura elástica, que causa destruição e fixação da hemorróida, é o mais efetivo deles. Nos casos mais avançados ou com peles externas aumentadas, podem ser realizados a cirurgia convencional, grampeamento com suspensão das hemorróidas ou hemorroidectomia guiada por ultrassom. Sendo o segundo, com menor dor e recuperação mais rápida, porém eventualmente, associado a necessidade de procedimentos adicionais e taxa ligeiramente maior de recidiva.

Câncer colorretal

O câncer colorretal é o terceiro mais comum. Existem as formas hereditárias, em geral, ocorrendo mais precocemente e as esporádicas, que não tem relação familiar e ocorrem por volta dos 60 anos. O diagnóstico se dá pelo rastreamento em pacientes que não apresentam nenhum sintoma ou na investigação de quadros como anemia, alteração do hábito intestinal, sangramento retal e é confirmado pela colonoscopia com biópsia. Seu tratamento é, na maioria das vezes, cirúrgico, seja por via videolaparoscópica ou aberta. A análise da peça cirúrgica determinará, muitas vezes, a indicação de quimioterapia como complemento terapêutico. Quanto mais precoce o diagnóstico, maiores as taxas de cura.

Colectomia Videolaparoscopica

A colectomia videolaparoscopica é o procedimento no qual se retira uma parte do intestino grosso, seguido de reconstrução do trânsito intestinal (emenda entre os segmentos remanescentes). É realizada tanto para doenças benignas, como a doença diverticular, quanto para o câncer de cólon. A cirurgia por vídeo exige treinamento especializado e é realizada com incisões de 5 a 10mm associada a uma incisão adicional maior, para retirada da peça cirúrgica. Já é comprovado o benefício da cirurgia laparoscópica quanto a menor dor pós operatória, recuperação cirúrgica, retorno das funções intestinais e tempo de internação, sem piora nos resultados oncológicos.

Constipação intestinal crônica

A constipação intestinal crônica é uma queixa muito comum e de grande impacto no dia a dia dos pacientes. Pode ser definida como dificuldade persistente para evacuar ou sensação de evacuação incompleta e/ou movimentos intestinais infrequentes, a cada 3-4 dias ou menos, na ausência de sinais de alarme. Devem ser avaliados, medicamentos em uso, alimentação, doenças associadas para busca da etiologia. É dividida basicamente em transtornos do trânsito intestinal e transtornos da evacuação. Com base na história clínica solicitamos diferentes exames para investigação e tratamento direcionado para melhor resultado do tratamento, seja ele clínico ou cirúrgico.

Diverticulose Cólica

Divertículos são projeções na luz intestinal como se fossem "sacos", que podem ser assintomáticos ou sintomáticos, na minoria dos casos. A incidência aumenta com a idade e dietas ricas em açúcares refinados e carne vermelha e pobre em integrais. Podem causar sangramento, perfuração e infecções, a chamada diverticulite aguda, que ocorre em 10-20% dos casos, e pode variar desde uma forma branda tratada clinicamente, até formas mais graves com necessidade de cirurgia de urgência. A maioria dos pacientes com divertículos não necessita de tratamento e a cirurgia eletiva (aberta ou por video) está reservada para os casos de diverticulite de repetição, a depender da idade e doenças associadas.

Fissura Anal

A fissura anal é uma ruptura linear do revestimento do ânus, que aparece como uma úlcera ou um corte na borda anal. Podem ser divididas em agudas e crônicas, conforme o tempo de evolução e têm como principal causa o trauma no ânus, secundário a passagem de fezes endurecidas, mas podem também estar associadas a crises de diarréia, doença de Crohn, DST's entre outras patologias. Causam grande transtorno aos pacientes, pois têm como sintoma central a dor ao evacuar, por vezes extremamente intensa, associado a sangramento. A abordagem inicial do tratamento envolve ajuste do hábito intestinal, pomadas tópicas e banhos de assento e acompanhamento médico para evitar recidivas recorrentes.

Fístula anal

A fístula anorretal é a presença de um trajeto ("túnel") que comunica uma glândula na região interna ou ânus com região perianal ou glútea, em geral. O diagnóstico é baseado na história de drenagem de abscesso com subsequente saída crônica de secreção em orifício, na maioria dos casos. Pode ser confirmada por exames de imagem, principalmente nos casos complexos, com orifício externo longe da borda anal. Seu tratamento é cirúrgico e envolve a fistulotomia em 2 tempos com passagem de sedenho ou em tempo único, a depender da quantidade de musculatura anal envolvida. Outros tratamentos devem ser escolhidos com cuidado por suas altas taxas de recidiva. O risco de incontinência fecal é baixo.

Hemorróidas

Hemorróidas são coxins de tecidos vasculares que se localizam no canal anal contendo também músculo liso e tecido elástico conjuntivo onde corre sangue arterial e por isso, um dos principais sintomas da doença hemorroidária é o sangramento vermelho vivo, indolor. As principais causas que contribuem para o início dos sintomas incluem esforços prolongados, constipação, diarréia, gravidez. A tração repetida dos tecidos de sustentação da hemorróida, causam ruptura dos mesmos e consequente prolapso através do canal anal. O tratamento deve ser direcionado diferencialmente para as hemorróidas internas e externas e incluem desde medidas clínicas até tratamento cirúrgico mais ou menos invasivo.

Pólipos do intestino grosso (cólon e reto)

O principal objetivo na detecção de pólipos, especialmente pela colonoscopia (quando já é feita sua retirada), é a prevenção do câncer de cólon, reduzindo sua incidência em 75-90%. Cerca de 25% das pessoas com 50 anos tem adenomas, aumentando para 50% aos 75 anos e a maioria desses pólipos é assintomática, o que justifica o rastreio. Existem pólipos hiperplásicos, adenomas, inflamatórios e hamartomas, sendo que os dois primeiros são a grande maioria. O pólipo adenomatoso tem uma chance cumulativa de câncer em 5 anos de 2,5%, 10 anos de 8% e 80% dos cânceres de cólon derivam deles. Após a retirada de pólipos é imprescindível o acompanhamento do especialista para prevenir o câncer colorretal.

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