Artigos: Orientação

Colonoscopia reduz em 56% risco de morte por câncer de intestino

Por Cláudia Collucci

Artigo publicado originalmente no site da Folha de São Paulo em 02/10/2013

A incidência do tumor de intestino vem crescendo-- já é o quarto mais frequente no Brasil--, assim como a recomendação médica para que se faça a temida colonoscopia, exame que detecta precocemente possíveis lesões.

Dois estudos recentes feitos nos EUA e publicados no "New England Journal of Medicine" avaliaram a eficácia da colonoscopia e de um exame de fezes que busca detectar sangue no material.

Colonoscopia
Alex Argozino/Editoria de Arte/Folhapress

Síndrome do Intestino Irritável atinge mais as mulheres

Artigo publicado no Blog Tempo de Mulher (Set/2013), com a participação do Dr. Marcelo Pedro, diretor da Cedig

Veja o artigo completo no Blog Tempo de Mulher


tempo de mulher

São muitas as pessoas que se queixam de problemas intestinais. Cólicas que parecem não ter fim, prisões de ventre e sensação de inchaço mesmo após ir ao banheiro. Estes e outros sinais podem ser de muitas doenças intestinais e uma delas é a Síndrome do Intestino Irritável (SII), que afeta até 25% da população brasileira, principalmente as mulheres, segundo dados da Associação Brasileira de Gastroenterologia (ABG). Uma pesquisa chamada 'Estudo SIM Brasil – Saúde Intestinal da Mulher', coordenada pela Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG), divulgada ano passado, revelou que 67% das mulheres brasileiras (de todas as regiões do país e em todas as classes sociais) sofrem de problemas intestinais.

Entre as causas mais comuns, estão: infecção intestinal severa na infância; déficit de serotonina intestinal, mais comum em indivíduos com depressão (vale lembrar que até 80% da serotonina é produzida no intestino); grande quantidade de gases no intestino grosso;  refeições volumosas; e bebidas que contêm cafeína como café e chá.

A doença, explica o médico gastroenterologista e membro da Diretoria do Departamento de Gastroenterologia da Associação Paulista de Medicina, Marcelo Silva Pedro, é mais comum em pessoas acima dos 20 anos.

Gastroenterologia enfrenta roda viva da desvalorização

Artigo Publicado na Revista da APM (Set/2013), com a participação do Dr. Marcelo Pedro, Diretor da CEDIG

Revista da APM - Setembro/2013Médicos que cuidam da saúde do aparelho digestivo são unânimes em dizer que falta reconhecimento

Por: Adriane Pancotto

Data de 1895 o primeiro periódico dedicado à Gastroenterologia, das mãos do médico alemão Izmar Isidor Boas, considerado o fundador da especialidade e que muito se dedicou a intensos estudos do aparelho digestivo (ou digestório, como usava-se antigamente). O periódico existe até hoje e é publicado com o título Digestion. No Brasil, a Gastroenterologia aparece como especialidade médica no século XIX e de lá até os dias atuais, falar dos avanços na especialidade é traçar uma extensa linha na evolução das Ciências e da Tecnologia, com ganhos inestimáveis para a qualidade de vida do paciente. Principalmente a partir da metade do século passado, a dinâmica na descoberta de tratamentos caminha emparelhada com as constantes inovações tecnológicas.

O que é Esteatose Hepática

(Fígado Gorduroso)

Fígado gorduroso, significa acúmulo de gordura nas células do fígado. O termo médico utilizado é esteatose hepática.

QUAIS SÃO AS CAUSAS DE FÍGADO GORDUROSO?

Umas das principais causas de gordura no fígado é o consumo de bebida alcoólica. Porém, pode aparecer em pessoas que não ingerem álcool, designando-se de fígado gorduroso não-alcoólico (esteatohepatite não-alcoólica, com frequência conhecida pelas iniciais em inglês - NASH). Pode surgir no contexto da chamada síndrome metabólica, isto é, em pacientes com excesso de peso/obesidade, diabetes e dislipidemia (alterações no colesterol ou triglicerídeos). O uso de alguns medicamentos (como a amiodarona, os estrogênios, os corticóides, o tamoxifeno, os medicamentos para AIDS), certas doenças metabólicas genéticas, a perda de peso rápida, formas artificiais de nutrição, a ingestão de toxinas, (produtos químicos e cogumelos como o amanitas phalloides) são outras causas, porém raras, de esteatose hepática.

Refluxo

Palavra comum entre as pessoas batendo papo no café do escritório, na fila do banco, em reuniões com amigos e familiares. Hoje a Doença do Refluxo Gastroesofágico (D.R.G.E), como é denominada no meio médico, virou assunto de conversa entre colegas de trabalho devido à sua alta incidência e prevalência na população em geral.

Estima-se que ao menos 12 milhões de brasileiros que vivem em áreas urbanas apresentem refluxo, este é um dado estatístico do Consenso Brasileiro de Doença do Refluxo que entrevistou pessoas em algumas capitais brasileiras. Este é um numero extremamente elevado, nos Estados Unidos estima-se que esta incidência seja ainda maior, em torno de 21 milhões de norte americanos.

Incontinência Anal

A incontinência anal é definida como a perda do controle voluntário na eliminação das fezes e dos gazes. Trata-se de uma condição extremamente incapacitante do ponto de vista social, levando a uma perda significativa na qualidade de vida.

Vários fatores estão implicados no mecanismo da continência, porém os mais importantes são os músculos do aparelho esfincteriano anal (esfíncter interno e externo) e sua inervação.

  • O músculo esfíncter interno do ânus é responsável por manter uma pressão de repouso anal quase constante, evitando uma perda passiva de fezes.
  • O músculo esfíncter externo é responsável pela contração voluntária do ânus, o que permite postergar a evacuação se não estamos em um lugar adequado.

Hepatite C

É uma infecção provocada pelo vírus da hepatite C. Quando o vírus infecta o ser humano, provoca inflamação no fígado, a chamada hepatite aguda, a maioria sem qualquer tipo de sintomas. Esta hepatite, em aproximadamente 70% dos casos, permanece para sempre. É a chamada hepatite crônica, que pode evoluir para cirrose em aproximadamente 20% dos casos e mais tarde para câncer do fígado. Isto pode durar cerca de 40 anos, sem qualquer sintoma. Um dos fatores mais importantes para o seu agravamento é o consumo excessivo de álcool.

O Uso do Botox em Casos de Fissura Anal

A fissura anal é uma úlcera elíptica localizada no ânus. É causada pelo esforço evacuatório em 80% dos casos e nos 20% restantes é causado por quadros de diarreia. É um quadro extremamente doloroso que piora durante o ato da evacuação, podendo a dor perdurar por até 2 horas após a evacuação, vindas geralmente acompanhadas por sangramento anal, que pode ser visualizado no vaso sanitário ou no papel higiênico. Em alguns casos, devido as fortes dores que surgem durante o ato da evacuação, o individuo pode se tornar constipado – ter intestino preso – pelo receio da dor que aparece durante o ato da defecação.

Cápsula Endoscópica

A cápsula endoscópica tem sido empregada para auxiliar o diagnóstico de doenças do intestino delgado, e possibilita a visualização de regiões do intestino que dificilmente são visíveis por meio de outras técnicas diagnósticas. A cápsula endoscópica apresenta outras vantagens sobre as técnicas convencionais, tais como a comodidade para o paciente e o fato de ser um método pouco invasivo.

Capsula Endoscopica

A cápsula endoscópica (CE) é conhecida também como cápsula videoendoscópica, endoscópio em cápsula, endoscópio-cápsula, endoscópio encapsulado, videocápsula endoscó- pica ou videocâmera endoscópica.

Trata-se de um método não invasivo de investigação diagnóstica, no qual uma cápsula descartável, contendo uma minicâmera, uma fonte luminosa e um transmissor, transmite imagens (via wireless) para um computador enquanto transita no tubo digestivo. A CE move-se passivamente pelo intestino por meio dos movimentos peristálticos

Doença Diverticular

O divertículo é uma protusão sacular da mucosa através da parede muscular do cólon, medem, normalmente entre 5 e 10 mm. Mais comum em paciente com mais de 80 anos, mas podem ocorrer também em jovens. Localiza-se, preferencialmente, no sigmoide. Acredita-se que o seu desenvolvimento esteja relacionado a baixa ingesta de fibras insolúveis.

Colostomia: e agora o que fazer?

Acidentes, tumores, inflamações, mal formação congênita, enfim, várias são as causas possíveis de confecção de uma colostomia e elas podem ser realizadas em adultos e crianças, homens e mulheres.

Embora na maioria das vezes esta cirurgia busque salvar vidas ou minimizar problemas de longa data, nenhuma pessoa fica livre do susto de ter que evacuar pelo abdômen e sobre uma bolsa. Colostomia para muitas dessas pessoas significa a morte e muitas dizem preferir morrer a ter que usá-las!

Existem inúmeras opções de bolsas coletoras, desodorantes, clamps para fechamento e tantas outras coisas que podem facilitar a vida do ostomizado, o problema é que na grande maioria das vezes, a sociedade em geral e mesmo muitos profissionais de saúde desconhecem as possibilidades de se viver temporária ou definitivamente com uma colostomia podendo em algumas situações, abolir o uso da bolsa.

Câncer do Cólon e do Reto

O câncer do intestino grosso (cólon), é uma doença muito comum e uma de cada 15 pessoas sofrem desta doença, que acomete milhares de pessoas todo ano.

A detecção precoce do câncer de cólon é fundamental para a sobrevivência. Por esta razão é importante submeter-se a exames regulares que ajudem a detectar o câncer em sua fase inicial.

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