Artigos: Orientação

Incontinência Anal

A incontinência anal é definida como a perda do controle voluntário na eliminação das fezes e dos gazes. Trata-se de uma condição extremamente incapacitante do ponto de vista social, levando a uma perda significativa na qualidade de vida.

Vários fatores estão implicados no mecanismo da continência, porém os mais importantes são os músculos do aparelho esfincteriano anal (esfíncter interno e externo) e sua inervação.

  • O músculo esfíncter interno do ânus é responsável por manter uma pressão de repouso anal quase constante, evitando uma perda passiva de fezes.
  • O músculo esfíncter externo é responsável pela contração voluntária do ânus, o que permite postergar a evacuação se não estamos em um lugar adequado.

Hepatite C

É uma infecção provocada pelo vírus da hepatite C. Quando o vírus infecta o ser humano, provoca inflamação no fígado, a chamada hepatite aguda, a maioria sem qualquer tipo de sintomas. Esta hepatite, em aproximadamente 70% dos casos, permanece para sempre. É a chamada hepatite crônica, que pode evoluir para cirrose em aproximadamente 20% dos casos e mais tarde para câncer do fígado. Isto pode durar cerca de 40 anos, sem qualquer sintoma. Um dos fatores mais importantes para o seu agravamento é o consumo excessivo de álcool.

O Uso do Botox em Casos de Fissura Anal

A fissura anal é uma úlcera elíptica localizada no ânus. É causada pelo esforço evacuatório em 80% dos casos e nos 20% restantes é causado por quadros de diarreia. É um quadro extremamente doloroso que piora durante o ato da evacuação, podendo a dor perdurar por até 2 horas após a evacuação, vindas geralmente acompanhadas por sangramento anal, que pode ser visualizado no vaso sanitário ou no papel higiênico. Em alguns casos, devido as fortes dores que surgem durante o ato da evacuação, o individuo pode se tornar constipado – ter intestino preso – pelo receio da dor que aparece durante o ato da defecação.

Cápsula Endoscópica

A cápsula endoscópica tem sido empregada para auxiliar o diagnóstico de doenças do intestino delgado, e possibilita a visualização de regiões do intestino que dificilmente são visíveis por meio de outras técnicas diagnósticas. A cápsula endoscópica apresenta outras vantagens sobre as técnicas convencionais, tais como a comodidade para o paciente e o fato de ser um método pouco invasivo.

Capsula Endoscopica

A cápsula endoscópica (CE) é conhecida também como cápsula videoendoscópica, endoscópio em cápsula, endoscópio-cápsula, endoscópio encapsulado, videocápsula endoscó- pica ou videocâmera endoscópica.

Trata-se de um método não invasivo de investigação diagnóstica, no qual uma cápsula descartável, contendo uma minicâmera, uma fonte luminosa e um transmissor, transmite imagens (via wireless) para um computador enquanto transita no tubo digestivo. A CE move-se passivamente pelo intestino por meio dos movimentos peristálticos

Doença Diverticular

O divertículo é uma protusão sacular da mucosa através da parede muscular do cólon, medem, normalmente entre 5 e 10 mm. Mais comum em paciente com mais de 80 anos, mas podem ocorrer também em jovens. Localiza-se, preferencialmente, no sigmoide. Acredita-se que o seu desenvolvimento esteja relacionado a baixa ingesta de fibras insolúveis.

Colostomia: e agora o que fazer?

Acidentes, tumores, inflamações, mal formação congênita, enfim, várias são as causas possíveis de confecção de uma colostomia e elas podem ser realizadas em adultos e crianças, homens e mulheres.

Embora na maioria das vezes esta cirurgia busque salvar vidas ou minimizar problemas de longa data, nenhuma pessoa fica livre do susto de ter que evacuar pelo abdômen e sobre uma bolsa. Colostomia para muitas dessas pessoas significa a morte e muitas dizem preferir morrer a ter que usá-las!

Existem inúmeras opções de bolsas coletoras, desodorantes, clamps para fechamento e tantas outras coisas que podem facilitar a vida do ostomizado, o problema é que na grande maioria das vezes, a sociedade em geral e mesmo muitos profissionais de saúde desconhecem as possibilidades de se viver temporária ou definitivamente com uma colostomia podendo em algumas situações, abolir o uso da bolsa.

Câncer do Cólon e do Reto

O câncer do intestino grosso (cólon), é uma doença muito comum e uma de cada 15 pessoas sofrem desta doença, que acomete milhares de pessoas todo ano.

A detecção precoce do câncer de cólon é fundamental para a sobrevivência. Por esta razão é importante submeter-se a exames regulares que ajudem a detectar o câncer em sua fase inicial.

Incontinência Fecal

Incontinência fecal é a perda involuntária de fezes.

Esta doença é mais comum em idosos, mas mulheres jovens podem ser acometidas por esta enfermidade, pois está relacionada com o parto normal.

Gastrite

A gastrite é uma doença inflamatória que se caracteriza por acometimento da camada de tecido mais superficial que reveste o estômago, chamada de mucosa gástrica. Essa inflamação desenvolve-se como uma resposta normal do organismo quando ocorre uma agressão às suas células. Entretanto, essa resposta normal pode levar ao desenvolvimento de sinais e sintomas característicos dessa doença. A agressão que desencadeia o processo pode ser aguda ou crônica e, de acordo com seus tipos, podemos classificar as diversas formas de gastrite.

O que causa a gastrite?

A gastrite pode ser causada por diversos fatores diferentes.

Constipação Intestinal

Esta enfermidade é caracterizada pela frequência evacuatória menor ou igual a 2 vezes por semana ou ainda por pessoas que apesar de evacuarem diariamente reclamam da dificuldade para evacuar.

A principal causa da constipação é o erro alimentar, principalmente em uma sociedade  com tempo restrito para alimentação e com fast-foods por todos os lados, onde o que se ingere são na sua maioria lípides e carboidratos com absoluta falta de fibras.

Hemorróida

Todos conhecemos alguém que já passou pelo sofrimento da primeira evacuação após uma cirurgia de hemorróida, isso quando não passamos nós mesmos por esta dor.

A lembrança é fatalmente a mesma: ou a passagem de um abacaxi pelo corte, ou de um gato com as unhas para fora, ou de um gato com as unhas para fora segurando um abacaxi.

Felizmente, com o tempo, esta lembrança é esquecida. Entretanto existe um "fantasma" que assombra os indivíduos que se submeteram a cirurgia de hemorróida: a incontinência fecal, que nada mais é que a perda involuntária de fezes; mas comumente causada por danos aos músculos anais - assoalho pélvico - decorrentes de trabalho de parto prolongado (podendo manifestar-se até 50 anos após), ou pela constipação intestinal crônica, pela lesão ao nervo pudendo-nn que inerva os músculos anais ou pelo próprio envelhecimento do corpo  que também afeta o sistema de evacuação.

Helicobacter Pylori

O Helicobacter pylori, mais conhecido por H. pylori, é uma bactéria que vive no nosso estômago e duodeno, sendo responsável pela mais comum infecção bacteriana crônica em seres humanos. O H.pylori tem sido reconhecido em todas as populações do mundo e em indivíduos de todas as idades. Estimativas sugerem que cerca de 70% da população brasileira possui o estômago colonizado por essa bactéria.

O H.pylori apresenta alguns "truques" evolutivos que permitiram a ele se adaptar ao meio ácido do estômago. A bactéria produz substâncias que neutralizam os ácidos, formando uma espécie de nuvem protetora ao seu redor. Além desta proteção, o H.pylori consegue ultrapassar a barreira de muco que o estômago possui para se proteger da própria acidez.

Como se pega o Helicobacter pylori?

Sabemos que a transmissão pode ocorrer de uma pessoa contaminada para uma pessoa sadia através do contato com vômitos ou fezes, este último geralmente sob a forma de águas ou alimentos contaminados.

A água contaminada, principalmente nos países em desenvolvimento, costuma servir como uma fonte de bactérias. O H.pylori consegue permanecer viável na água por vários dias.

Halitose ou Mau Hálito

Halitose ou mau hálito é a exalação de odores desagradáveis oriundos da cavidade bucal através da respiração, sendo que em 90% dos casos, a saburra lingual é a causa do problema.

Como o olfato se adapta rapidamente (fadiga da papila olfatória) a qualquer odor constante, o portador de halitose acostuma-se com o próprio hálito, não sendo capaz de perceber o seu problema, sendo na maioria das vezes alertado quanto ao problema por uma pessoa próxima.

A halitose é um sinal de que algo no organismo está em desequilíbrio e deve ser identificado e tratado. Existem mais de 50 causas e, em aproximadamente 90% dos casos, se manifestam na boca.

Pode ser de origem fisiológica (hálito da manhã, jejum prolongado, dietas inadequadas...), razões locais (higiene bucal deficiente, placas bacterianas retidas na língua (saburra) e/ou amígdalas, baixa produção de saliva, doenças da gengiva...) ou mesmo razões sistêmicas (diabetes, problemas renais ou hepáticos, prisão de ventre e outros).

No CEDIG voce encontrara a cura para este problema tão desagradável.

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