Alimentando o Cérebro


O mundo de hoje exige cada vez mais, temos que lidar com um grande número de informações, nos superar no nosso ambiente de trabalho e ainda cuidar da nossa família, do nosso corpo. Nem sempre a nossa alimentação atende a essa demanda excessiva e a dificuldade de raciocinar, de gravar informações e de criar, torna-se constante.

E o que a alimentação tem a ver?


Há componentes na alimentação, que ajudam a produzir neurotransmissores com diferentes funções, como o triptofano, aminoácido que produz a serotonina, que nos deixa mais calmos, sonolentos, ou a tirosina, que produz a dopamina e a noroepinefrina e nos deixa mais atentos, mais motivados e mentalmente espertos.


As dicas de alimentos abaixo podem alimentar melhor o seu cérebro:

Coma proteínas!

Os alimentos ricos em proteínas são estimulantes: boas opções são peito de peru, leite desnatado, iogurte com baixo teor de gordura e carne magra.

Não exagere nos carboidratos,

muitos doces, bolos, biscoitos, sorvete, arroz branco, são calmantes. Procure associá-los com proteínas, leite com cereais, pão com atum, macarrão integral com carne.

Café:

duas a três xícaras pequenas contem a quantidade necessária de cafeína para manter a estimulação das células cerebrais.

As frutas,

especificamente, a maçã, pêra, pêssego e uva, o brócolis, as nozes e os grãos, contem boro, que melhora a atividade elétrica do cérebro;

Alimentos ricos em zinco,

como frutos do mar (principalmente ostras), grãos, cereais integrais e carne escura do peru, melhoram a memória e concentração;

Cuidado com a gordura saturada,

presente nas frituras, na gordura aparente das carnes, pele do frango, leite integral, pois pode afetar o funcionamento do cérebro, inclusive a memória. Isso porque o tipo de gordura ingerido altera a composição dos lipídios (gordura) das células. Além disso, o excesso de gordura na alimentação pode causar letargia, já que sua digestibilidade é mais lenta: é comum após uma feijoada, as pessoas sentirem menos dispostas e com sono;

Bebidas alcoólicas:

o excesso pode causar danos cerebrais.

  • Dra. Patricia Lopes de Oliveira

    Dra. Patricia Lopes de Oliveira

    Nutricionista

    CRN: 6054

    • Formada pela USP em 1994
    • Especialista em Terapia Nutricional Parenteral e Enteral pela SBNPE
    • Especialização em Saúde Pública pela Unifesp
    • Especialização em Nutrição Clínica e MBA em Alimentação
    • MBA em Marketing pela FGV
    • Experiência em atendimento em obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares, câncer, doenças inflamatórias intestinais e atendimento a esportistas. Atuou nos ambulatórios da Unifesp, Hospital das Clínicas e em consultório de empresa privada e academias
    • Experiência nutricional em pacientes graves, como integrante da EMTN no Hospital Santa Paula; e pacientes crônicos, como responsável pelos protocolos clínicos de atendimento nutricional domiciliar na empresa de homecare PRONEP
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