Artigos: Nutrição

Nutrição & Imunidade

Ter imunidade significa estar bem alimentado!

Nutrição & Imunidade

Ultimamente estamos espantados com tantas doenças contagiosas e perigosas como a GRIPE H1N1, ou gripe suína na saúde, por isso devemos focar nossos esforços para colocar a saúde na rotina...

Blueberrie (Mirtilo) Pode Impulsionar a Longevidade Além de Restringir as Calorias

Fonte: Life Extension

Blueberrie (Mirtilo) Um problema fundamental com o envelhecimento é reparar o DNA defeituoso Como perdemos nossa habilidade de reparar o DNA, a doença e a morte fatalmente nos segue. Se pudéssemos aperfeiçoar os processos de reparação do DNA interno, tornaríamos-nos incrivelmente resistentes às doenças degenerativas

Extratos de mirtilo têm demonstrado propriedades de reparo de DNA

Os benefícios de proteção do cérebro de blueberries impulsionar memória têm sido uma área promissora da pesquisa.

Estudos mais recentes mostram que mirtilos atrasam o processo de envelhecimento por meio de uma variedade de mecanismos, incluindo a reparação de danos no DNA e favoravelmente modulando genes associados com o envelhecimento.

A capacidade de reparação do DNA é um mecanismo essencial de longevidade. Um estudo de laboratório fascinante encontrou que os compostos de mirtilos poderiam aumentar o tempo de vida média em 28%. Nos seres humanos, que é igual a mais de 22 anos.

Particularmente impressionante é um estudo que indica que, quando adicionado a uma dieta de restrição calórica, os compostos encontrados em blueberries aumentaram significativamente o tempo de vida além da restrição de calorias sozinho.

Porque o Chá Verde Tornou-se um Suplemento Vital

O Chá Verde é a Segunda Bebida Mais Consumida no Mundo

Fonte: Life Extension

Chá VerdeO que torna o extrato de chá verde como um nutriente importante são os grandes volumes de dados científicos publicados que validam seus múltiplos benefícios biológicos. Os resultados mais significativos envolvem estudos que mostram que o extrato de chá verde ajuda a manter o DNA celular e integridade estrutural da membrana. Décadas de pesquisa mostram que o chá verde inibe o desenvolvimento de colônias de células indesejáveis.

Os componentes ativos do chá verde são poderosos antioxidantes chamados polifenóis (catequinas) e flavonóis. Vários catequinas estão presentes no chá verde e representam a maior parte dos relatórios de pesquisa favoráveis. Epigalocatequina galato (EGCG) é o mais poderoso desses catechins.1,2

Dietoterapia na Desnutrição

A desnutrição é a enfermidade resultante de uma nutrição inadequada, pode envolver diversas doenças causadas por má alimentação que geram carências nutricionais pontuais ou complexas.Os sinais e sintomas não correm repentinamente, quando acontece a nutrição inadequada atua constantemente sobre o indivíduo, o organismo se desnutri gradativamente e gera alterações bioquímicas, fisiológicas e anatômicas.

As doenças carências podem ser endêmicas, que ocorrem em determinadas regiões, sócio econômicas, que envolvem a população de baixa renda sem acesso a alimentação adequada, e podem estar relacionadas à “fome oculta”, ou seja, carências nutricionais ligadas a erros alimentares e não a falta de alimentos.

Dietoterapia na Obesidade

A obesidade é um estado nutricional hoje considerado como doença. Classificada como obesidade mórbida, está na escala de IMC (índice de massa corpórea) com valores acima de 40.

IMC

O tratamento da obesidade é clínico. Está baseado na reeducação global (nutricional, física e psicológica). Esta reeducação tríplice precisa ser mantida por toda a vida. O uso de medicamentos tem pequeno valor coadjuvante e deve ser prescrito apenas por especialistas devido ao grande número de efeitos colaterais.

Dietoterapia nos Distúrbios Psiquiátricos

PsicologiaO funcionamento do sistema nervoso é extremamente dependente do estado nutricional. Pequenos distúrbios como esquecimentos, irritabilidade, dificuldade de concentração, estão ligados a deficiências nutricionais e má alimentação. Até um prolongado estado de desnutrição que podem gerar lesões no sistema nervoso central.

Dietoterapia nos Distúrbios Renais

Os rins são responsáveis por manter a homeostase química de todo o fluído do organismo. Sua função principal e regular e conservar nutrientes e a água, e excretar os produtos do metabolismo. Os rins também controlam a pressão arterial pelo mecanismo renina-angiotensina. As doenças renais, agudas ou crônicas, têm muitas causas. As enfermidades que afetam os rins são geralmente graves e podem levar o portador a necessitar de diálises constantes e transplante renal.

Os pacientes com insuficiência renal constituem um grupo muito heterogêneo, com diferentes, e às vezes, contraditórios, objetivos da terapia nutricional, das necessidades nutricionais e da composição dos planos nutricionais.

Dietoterapia nos Distúrbios Endócrinos Pancreáticos

O pâncreas é o órgão envolvido no metabolismo e absorção dos carboidratos, as células Beta das ilhotas de Lagerhans secretam o hormônio insulina e as células adjacentes secretam o hormônio glucagon. Ambos são importantes no controle do nível de glicose no sangue. No diabetes a insulina está ausente, presente em quantidade deficitária ou ineficaz.

Distúrbios Endócrinos Pancreáticos

Dietoterapia nos Distúrbios Cardiovasculares

As cardiopatias já são consideradas problemas de saúde pública, as doenças que acometem o coração ou ao sistema cardio respiratório cresce ano a ano. Entre elas está a hipertensão arterial e as dislipidemias. Frequentemente os portadores não se sentem "doentes" e afirmam: “somente possuo pressão alta e como tomo um "remedinho", está tudo "bem"; ou: "não tenho nada doutor somente as gorduras do sangue estão altas", tem algum "remedinho" para normalizar?”

Dieta Cardiovascular

Estas frases são muito comuns e acarretam diversos problemas de saúde pública.
No Brasil, a presidenta Dilma Roussef recentemente sancionou lei que garante distribuição gratuita para hipertensão arterial.

As doenças coronarianas estão entre as com maior índice de mortalidade. O bom funcionamento do aparelho cardio vascular depende de uma boa nutrição e a dieta tem papel importante no controle e prevenção das cardiopatias.

Dietoterapia nos Distúrbios Gastrintestinais

As doenças gastrintestinais podem ser classificadas em orgânicas e reflexas ou funcionais. Qualquer doença gastrintestinal representa uma ameaça em potencial ao estado nutricional do indivíduo. Os objetivos do cuidado nutricional compreendem não só aliviar os sintomas, mas também manter o bom estado nutricional. As desordens gastrintestinais prejudicam as capacidades individuais para consumir, digerir, absorver e utilizar os nutrientes.

Dieta Mediterrânea - Parte 3

Vinho

Em uma refeição, não se mudar de vinho é uma heresia. A língua se satura e, depois do terceiro copo, o melhor dos vinhos produz apenas uma sensação confusa

Brillat Savarin – Fisiologia do Gosto – 1848

Vinho Tinto

Dieta Mediterrânea

O consumo habitual de vinho está muito presente em diversos países banhados pelo Mediterrâneo, com exceção dos de religião islâmica, onde é proibido o consumo de bebidas alcoólicas. Principalmente na Grécia, país onde iniciou-se a pesquisa sobre um padrão alimentar que pudesse influenciar na prevenção de doenças e contribuir para o aumento da longevidade e da qualidade de vida. Neste país, o consumo de vinho de fabricação artesanal e caseira é grande e constante. Hoje, países como Espanha e Itália, estão entre os maiores produtores mundiais de vinho, além de também serem grandes consumidores per capita, perdendo apenas para a França. Onde o “Paradoxo Francês”, é motivo de diversas pesquisas científicas para avaliação do baixo índice de morte por cardiovasculopatias, apesar dos altos índices de colesterol plasmático.

VIDEIRA

O gênero Vitis, ao qual pertence as videiras, abrange cerca de 30 espécies, sendo que dentre elas as mais importantes são: Vitis vinifera; Vitis labrusca; Vitis riparia; Vitis berlandieri.

Foram identificadas mais de 3.000 variedades de uvas Vitis vinifera em todo o Mundo. Porém para a elaboração de bons vinhos são empregados apenas cerca de 50 que estão, geralmente sub classificadas em brancas, tintas e rosadas. As de clima ameno e seco possuem uma concentração maior de açúcares. As uvas para produção de suco de uva ou para consumo in natura, não são da espécie vitis vinifera, o que pode tornar o vinho e a uva ao natural alimentos muito distintos.

O cacho de uva é composto de uma parte lenhosa – o engaço e de outra parte carnuda – os bagos. Estes, conforme as castas, variam de formato, cor e consistência. O bago por sua vez é formado por uma pele de espessura variável – a película, e na parte interna pela polpa e pelas sementes (que variam de zero a quatro unidades por bago dependendo da variedade).

Dieta Mediterrânea - Parte 2

Frutas

A história dos frutos tropicais e exóticos é a história da humanidade. Eles marcaram a diferença na Europa entre “TER E NÃO TER”. Os que tinham se mantiveram saudáveis graças às vitaminas que os frutos oferecem, e por isso tiveram um papel importante na história social.

L. Benevides-Barajas – La Conquista de los Tropicales – Espanha 1998

Dieta Mediterrânea

A grande presença de frutas na “Dieta Mediterrânea” deve-se ao clima. Conhecer a Europa é entender a importância de climas mais amenos, pois o clima frio predominante em toda Europa, dificulta a produção agrícola, principalmente de frutas e verduras. É justamente nos países banhados pelo Mar Mediterrâneo que o clima se apresenta propício para o cultivo dos vegetais.

Presença de 4 estações definidas, invernos amenos, pouca neve, muito sol, presença de umidade no ar e chuvas em épocas certas.

Estas condições climáticas facilitaram aos povos do Mediterrâneo o cultivo da terra e com isso conseguiram oferecer alimentos baratos para o consumo. Os hábitos alimentares saudáveis não se fixaram por motivos nutricionais.

A geografia destes países também desenvolveu sítios com o chamado micro clima, e muitos destes diminutos pedaços de terra podem se assemelhar com climas tropicais, o que propicia o cultivo de frutas provenientes das regiões tropicais descobertas à época dos descobrimentos.

O alto consumo de frutas nos países do Mediterrâneo, deve-se ao predomínio do clima quente, a facilidade de acesso as frutas, o baixo custo e às tradições culturais.

Dietoterapia

Hipócrates, da Grécia antiga, considerado pai da medicina, afirmou: "Que seu remédio seja seu alimento, e que seu alimento seja seu remédio". A Dietoterapia é uma ferramenta do nutricionista, que utiliza alimentos para o tratamento e prevenção de enfermidades, e contribui para que o organismo possa adquirir os nutrientes para manter a saúde

Dietoterapia

Dieta Mediterrânea - Parte 1

Azeite de Oliva

El campo de olivos se abre y se cierra como un abanico. Sobre el olivar hay un cielo hundido y una lluvia oscura de luceros fríos. Tiembla junco y penumbra a la orilla del río. Se riza el aire gris. Los olivos están cargados de gritos. Una bandada de pájaros cautivos, que mueven sus larquísimas colas en lo sombrío.


Federico García Lorca – Poema de la siguiriya gitana – 1921

Dieta Mediterrânea

Em 1947, um grupo de cientistas, liderado pelo pesquisador Ancel Keys visitando Creta, ilha ao sul da Grécia e devastada pela 2ª guerra, se surpreendeu ao constatar que seus empobrecidos habitantes eram, em média, muito mais saudáveis que os britânicos ou americanos do pós-guerra. Com taxas mais baixas de doenças do coração, de câncer e de artrite e uma das mais longas expectativas de vida no Mundo desenvolvido. Os cientistas concluíram isto ser devido aos hábitos alimentares de Creta, rica em azeite, peixes, frutas e legumes frescos, sementes e cereais, e a difundiram com a expressão “Dieta Mediterrânea”, esta dieta foi pesquisada e denominada de ”Estudo dos Sete Países”, e até hoje continuam as pesquisas. Em 1970, um estudo americano mostrou os benefícios à saúde, uma dieta rica em frutas, legumes, grãos e azeite. Dez anos depois, um estudo europeu confirmou esta pesquisa.

Primavera à Mesa!

Flores: presentes da natureza para a culinária. Alimentação ficando mais bonita e saudável

Come, Sancho amigo, pois levas a vida a comer, enquanto eu passo a vida a pensar e a sofrer. Eu, Sancho, nasci para viver morrendo, tu para morrer comendo.


Don Quixote de La Mancha.– Miguel de Cervantes – 1605

História das flores na culinária

Embora o hábito de comer flores soe ainda estranho aos ouvidos de muitos e possa parecer modismo, as flores estão presentes em nossas mesas a muito tempo e não somente nos arranjos de centro. Antes mesmo de Cristo, as flores já faziam parte de receitas culinárias, enfeitando e emprestando seus sabores aos pratos. Os romanos usavam rosas para perfumar alimentos e vinhos; usavam a calêndula para dar cor a caldos e queijos. Os egípcios grandes cultivadores de flores para extração de essências para perfumes, desde a época dos faraós, possuem relatos sobre flores como ingredientes de receitas culinárias. Os sírios utilizam a mais de dois mil anos rosas e flores de laranja para confeccionar caldas doces e assim deixar mais irresistíveis os doces que até hoje são consumidos.

Na Itália e na França, é fácil encontrar à venda violetas cristalizadas como deliciosas guloseimas para acompanhar chás.

A delicada fragrância da flor de laranjeira - que já simbolizou a virgindade e não podia faltar nos buquês das noivas,- aromatiza doces e perfumes.

E algumas flores fazem parte de nossa alimentação sem darmos conta. É o caso da couve flor, do brócolis e da alcachofra. Existem relatos históricos do consumo de alcachofra no oriente médio a mais de três mil anos.

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