Dietoterapia nos Distúrbios Psiquiátricos

PsicologiaO funcionamento do sistema nervoso é extremamente dependente do estado nutricional. Pequenos distúrbios como esquecimentos, irritabilidade, dificuldade de concentração, estão ligados a deficiências nutricionais e má alimentação. Até um prolongado estado de desnutrição que podem gerar lesões no sistema nervoso central.

Dietoterapia nos Distúrbios Renais

Os rins são responsáveis por manter a homeostase química de todo o fluído do organismo. Sua função principal e regular e conservar nutrientes e a água, e excretar os produtos do metabolismo. Os rins também controlam a pressão arterial pelo mecanismo renina-angiotensina. As doenças renais, agudas ou crônicas, têm muitas causas. As enfermidades que afetam os rins são geralmente graves e podem levar o portador a necessitar de diálises constantes e transplante renal.

Os pacientes com insuficiência renal constituem um grupo muito heterogêneo, com diferentes, e às vezes, contraditórios, objetivos da terapia nutricional, das necessidades nutricionais e da composição dos planos nutricionais.

Dietoterapia nos Distúrbios Endócrinos Pancreáticos

O pâncreas é o órgão envolvido no metabolismo e absorção dos carboidratos, as células Beta das ilhotas de Lagerhans secretam o hormônio insulina e as células adjacentes secretam o hormônio glucagon. Ambos são importantes no controle do nível de glicose no sangue. No diabetes a insulina está ausente, presente em quantidade deficitária ou ineficaz.

Distúrbios Endócrinos Pancreáticos

Dietoterapia nos Distúrbios Cardiovasculares

As cardiopatias já são consideradas problemas de saúde pública, as doenças que acometem o coração ou ao sistema cardio respiratório cresce ano a ano. Entre elas está a hipertensão arterial e as dislipidemias. Frequentemente os portadores não se sentem "doentes" e afirmam: “somente possuo pressão alta e como tomo um "remedinho", está tudo "bem"; ou: "não tenho nada doutor somente as gorduras do sangue estão altas", tem algum "remedinho" para normalizar?”

Dieta Cardiovascular

Estas frases são muito comuns e acarretam diversos problemas de saúde pública.
No Brasil, a presidenta Dilma Roussef recentemente sancionou lei que garante distribuição gratuita para hipertensão arterial.

As doenças coronarianas estão entre as com maior índice de mortalidade. O bom funcionamento do aparelho cardio vascular depende de uma boa nutrição e a dieta tem papel importante no controle e prevenção das cardiopatias.

Dietoterapia nos Distúrbios Gastrintestinais

As doenças gastrintestinais podem ser classificadas em orgânicas e reflexas ou funcionais. Qualquer doença gastrintestinal representa uma ameaça em potencial ao estado nutricional do indivíduo. Os objetivos do cuidado nutricional compreendem não só aliviar os sintomas, mas também manter o bom estado nutricional. As desordens gastrintestinais prejudicam as capacidades individuais para consumir, digerir, absorver e utilizar os nutrientes.

Dieta Mediterrânea - Parte 3

Vinho

Em uma refeição, não se mudar de vinho é uma heresia. A língua se satura e, depois do terceiro copo, o melhor dos vinhos produz apenas uma sensação confusa

Brillat Savarin – Fisiologia do Gosto – 1848

Vinho Tinto

Dieta Mediterrânea

O consumo habitual de vinho está muito presente em diversos países banhados pelo Mediterrâneo, com exceção dos de religião islâmica, onde é proibido o consumo de bebidas alcoólicas. Principalmente na Grécia, país onde iniciou-se a pesquisa sobre um padrão alimentar que pudesse influenciar na prevenção de doenças e contribuir para o aumento da longevidade e da qualidade de vida. Neste país, o consumo de vinho de fabricação artesanal e caseira é grande e constante. Hoje, países como Espanha e Itália, estão entre os maiores produtores mundiais de vinho, além de também serem grandes consumidores per capita, perdendo apenas para a França. Onde o “Paradoxo Francês”, é motivo de diversas pesquisas científicas para avaliação do baixo índice de morte por cardiovasculopatias, apesar dos altos índices de colesterol plasmático.

VIDEIRA

O gênero Vitis, ao qual pertence as videiras, abrange cerca de 30 espécies, sendo que dentre elas as mais importantes são: Vitis vinifera; Vitis labrusca; Vitis riparia; Vitis berlandieri.

Foram identificadas mais de 3.000 variedades de uvas Vitis vinifera em todo o Mundo. Porém para a elaboração de bons vinhos são empregados apenas cerca de 50 que estão, geralmente sub classificadas em brancas, tintas e rosadas. As de clima ameno e seco possuem uma concentração maior de açúcares. As uvas para produção de suco de uva ou para consumo in natura, não são da espécie vitis vinifera, o que pode tornar o vinho e a uva ao natural alimentos muito distintos.

O cacho de uva é composto de uma parte lenhosa – o engaço e de outra parte carnuda – os bagos. Estes, conforme as castas, variam de formato, cor e consistência. O bago por sua vez é formado por uma pele de espessura variável – a película, e na parte interna pela polpa e pelas sementes (que variam de zero a quatro unidades por bago dependendo da variedade).

Dieta Mediterrânea - Parte 2

Frutas

A história dos frutos tropicais e exóticos é a história da humanidade. Eles marcaram a diferença na Europa entre “TER E NÃO TER”. Os que tinham se mantiveram saudáveis graças às vitaminas que os frutos oferecem, e por isso tiveram um papel importante na história social.

L. Benevides-Barajas – La Conquista de los Tropicales – Espanha 1998

Dieta Mediterrânea

A grande presença de frutas na “Dieta Mediterrânea” deve-se ao clima. Conhecer a Europa é entender a importância de climas mais amenos, pois o clima frio predominante em toda Europa, dificulta a produção agrícola, principalmente de frutas e verduras. É justamente nos países banhados pelo Mar Mediterrâneo que o clima se apresenta propício para o cultivo dos vegetais.

Presença de 4 estações definidas, invernos amenos, pouca neve, muito sol, presença de umidade no ar e chuvas em épocas certas.

Estas condições climáticas facilitaram aos povos do Mediterrâneo o cultivo da terra e com isso conseguiram oferecer alimentos baratos para o consumo. Os hábitos alimentares saudáveis não se fixaram por motivos nutricionais.

A geografia destes países também desenvolveu sítios com o chamado micro clima, e muitos destes diminutos pedaços de terra podem se assemelhar com climas tropicais, o que propicia o cultivo de frutas provenientes das regiões tropicais descobertas à época dos descobrimentos.

O alto consumo de frutas nos países do Mediterrâneo, deve-se ao predomínio do clima quente, a facilidade de acesso as frutas, o baixo custo e às tradições culturais.

Dietoterapia

Hipócrates, da Grécia antiga, considerado pai da medicina, afirmou: "Que seu remédio seja seu alimento, e que seu alimento seja seu remédio". A Dietoterapia é uma ferramenta do nutricionista, que utiliza alimentos para o tratamento e prevenção de enfermidades, e contribui para que o organismo possa adquirir os nutrientes para manter a saúde

Dietoterapia

Síndrome do Intestino Irritável atinge mais as mulheres

Artigo publicado no Blog Tempo de Mulher (Set/2013), com a participação do Dr. Marcelo Pedro, diretor da Cedig

Veja o artigo completo no Blog Tempo de Mulher


tempo de mulher

São muitas as pessoas que se queixam de problemas intestinais. Cólicas que parecem não ter fim, prisões de ventre e sensação de inchaço mesmo após ir ao banheiro. Estes e outros sinais podem ser de muitas doenças intestinais e uma delas é a Síndrome do Intestino Irritável (SII), que afeta até 25% da população brasileira, principalmente as mulheres, segundo dados da Associação Brasileira de Gastroenterologia (ABG). Uma pesquisa chamada 'Estudo SIM Brasil – Saúde Intestinal da Mulher', coordenada pela Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG), divulgada ano passado, revelou que 67% das mulheres brasileiras (de todas as regiões do país e em todas as classes sociais) sofrem de problemas intestinais.

Entre as causas mais comuns, estão: infecção intestinal severa na infância; déficit de serotonina intestinal, mais comum em indivíduos com depressão (vale lembrar que até 80% da serotonina é produzida no intestino); grande quantidade de gases no intestino grosso;  refeições volumosas; e bebidas que contêm cafeína como café e chá.

A doença, explica o médico gastroenterologista e membro da Diretoria do Departamento de Gastroenterologia da Associação Paulista de Medicina, Marcelo Silva Pedro, é mais comum em pessoas acima dos 20 anos.

Gastroenterologia enfrenta roda viva da desvalorização

Artigo Publicado na Revista da APM (Set/2013), com a participação do Dr. Marcelo Pedro, Diretor da CEDIG

Revista da APM - Setembro/2013Médicos que cuidam da saúde do aparelho digestivo são unânimes em dizer que falta reconhecimento

Por: Adriane Pancotto

Data de 1895 o primeiro periódico dedicado à Gastroenterologia, das mãos do médico alemão Izmar Isidor Boas, considerado o fundador da especialidade e que muito se dedicou a intensos estudos do aparelho digestivo (ou digestório, como usava-se antigamente). O periódico existe até hoje e é publicado com o título Digestion. No Brasil, a Gastroenterologia aparece como especialidade médica no século XIX e de lá até os dias atuais, falar dos avanços na especialidade é traçar uma extensa linha na evolução das Ciências e da Tecnologia, com ganhos inestimáveis para a qualidade de vida do paciente. Principalmente a partir da metade do século passado, a dinâmica na descoberta de tratamentos caminha emparelhada com as constantes inovações tecnológicas.

O que é Esteatose Hepática

(Fígado Gorduroso)

Fígado gorduroso, significa acúmulo de gordura nas células do fígado. O termo médico utilizado é esteatose hepática.

QUAIS SÃO AS CAUSAS DE FÍGADO GORDUROSO?

Umas das principais causas de gordura no fígado é o consumo de bebida alcoólica. Porém, pode aparecer em pessoas que não ingerem álcool, designando-se de fígado gorduroso não-alcoólico (esteatohepatite não-alcoólica, com frequência conhecida pelas iniciais em inglês - NASH). Pode surgir no contexto da chamada síndrome metabólica, isto é, em pacientes com excesso de peso/obesidade, diabetes e dislipidemia (alterações no colesterol ou triglicerídeos). O uso de alguns medicamentos (como a amiodarona, os estrogênios, os corticóides, o tamoxifeno, os medicamentos para AIDS), certas doenças metabólicas genéticas, a perda de peso rápida, formas artificiais de nutrição, a ingestão de toxinas, (produtos químicos e cogumelos como o amanitas phalloides) são outras causas, porém raras, de esteatose hepática.

Refluxo

Palavra comum entre as pessoas batendo papo no café do escritório, na fila do banco, em reuniões com amigos e familiares. Hoje a Doença do Refluxo Gastroesofágico (D.R.G.E), como é denominada no meio médico, virou assunto de conversa entre colegas de trabalho devido à sua alta incidência e prevalência na população em geral.

Estima-se que ao menos 12 milhões de brasileiros que vivem em áreas urbanas apresentem refluxo, este é um dado estatístico do Consenso Brasileiro de Doença do Refluxo que entrevistou pessoas em algumas capitais brasileiras. Este é um numero extremamente elevado, nos Estados Unidos estima-se que esta incidência seja ainda maior, em torno de 21 milhões de norte americanos.

Dieta Mediterrânea - Parte 1

Azeite de Oliva

El campo de olivos se abre y se cierra como un abanico. Sobre el olivar hay un cielo hundido y una lluvia oscura de luceros fríos. Tiembla junco y penumbra a la orilla del río. Se riza el aire gris. Los olivos están cargados de gritos. Una bandada de pájaros cautivos, que mueven sus larquísimas colas en lo sombrío.


Federico García Lorca – Poema de la siguiriya gitana – 1921

Dieta Mediterrânea

Em 1947, um grupo de cientistas, liderado pelo pesquisador Ancel Keys visitando Creta, ilha ao sul da Grécia e devastada pela 2ª guerra, se surpreendeu ao constatar que seus empobrecidos habitantes eram, em média, muito mais saudáveis que os britânicos ou americanos do pós-guerra. Com taxas mais baixas de doenças do coração, de câncer e de artrite e uma das mais longas expectativas de vida no Mundo desenvolvido. Os cientistas concluíram isto ser devido aos hábitos alimentares de Creta, rica em azeite, peixes, frutas e legumes frescos, sementes e cereais, e a difundiram com a expressão “Dieta Mediterrânea”, esta dieta foi pesquisada e denominada de ”Estudo dos Sete Países”, e até hoje continuam as pesquisas. Em 1970, um estudo americano mostrou os benefícios à saúde, uma dieta rica em frutas, legumes, grãos e azeite. Dez anos depois, um estudo europeu confirmou esta pesquisa.

Primavera à Mesa!

Flores: presentes da natureza para a culinária. Alimentação ficando mais bonita e saudável

Come, Sancho amigo, pois levas a vida a comer, enquanto eu passo a vida a pensar e a sofrer. Eu, Sancho, nasci para viver morrendo, tu para morrer comendo.


Don Quixote de La Mancha.– Miguel de Cervantes – 1605

História das flores na culinária

Embora o hábito de comer flores soe ainda estranho aos ouvidos de muitos e possa parecer modismo, as flores estão presentes em nossas mesas a muito tempo e não somente nos arranjos de centro. Antes mesmo de Cristo, as flores já faziam parte de receitas culinárias, enfeitando e emprestando seus sabores aos pratos. Os romanos usavam rosas para perfumar alimentos e vinhos; usavam a calêndula para dar cor a caldos e queijos. Os egípcios grandes cultivadores de flores para extração de essências para perfumes, desde a época dos faraós, possuem relatos sobre flores como ingredientes de receitas culinárias. Os sírios utilizam a mais de dois mil anos rosas e flores de laranja para confeccionar caldas doces e assim deixar mais irresistíveis os doces que até hoje são consumidos.

Na Itália e na França, é fácil encontrar à venda violetas cristalizadas como deliciosas guloseimas para acompanhar chás.

A delicada fragrância da flor de laranjeira - que já simbolizou a virgindade e não podia faltar nos buquês das noivas,- aromatiza doces e perfumes.

E algumas flores fazem parte de nossa alimentação sem darmos conta. É o caso da couve flor, do brócolis e da alcachofra. Existem relatos históricos do consumo de alcachofra no oriente médio a mais de três mil anos.

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